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Parceria Público Privada

Parceria Público Privada

Investimentos em infraestrutura (portos, aeroportos, ferrovias, estradas) e serviços (distribuição de energia elétrica, saneamento básico, telecomunicações), em um total estimado de USD 32 bilhões em obras nos próximos anos, esperam o empresário brasileiro. A gigante Odebrecht e europeus já apresentaram propostas.

Deixar como herança o país mais avançado em infraestrutura no Cone Sul.

Com este objetivo, o recém empossado Presidente Horacio Cartes aprovou, em somente dois meses, o projeto de lei de parceria público-privada, que visa transformar o Paraguai em um gigantesco canteiro de obras nos próximos anos, com investimentos previstos de USD 32 bilhões.

A rápida urbanização e industrialização são fatores que empurram o atual governo a dar as boas vindas ao capital privado nacional e internacional para poder suprir as necessidades cada vez maiores nas diferentes áreas.

Exemplos são a duplicação das principais rodovias, novos portos, e investimentos em distribuição de energia elétrica e saneamento, como lembra o diretor presidente do BRASPAR, Wagner Enis Weber.

“A população urbana no Paraguai cresceu de pouco mais de 830.000 pessoas em 1972 para mais de 4 milhões em 2012, sem a infraestrutura necessária.

Além disso, há uma gigantesca demanda insatisfeita na distribuição de energia elétrica, pois apesar de inaugurada a linha de 500 kv, a empresa estatal ANDE não consegue investir o suficiente na distribuição, abrindo grandes oportunidades ä iniciativa privada nesta área, principalmente por conta da grande quantidade de indústrias que aqui estão se instalando”.

Estima-se que o país necessite nesta área USD 2,6 bilhões, e a ANDE só consegue investir metade.

Algumas PPP já funcionam com sucesso no Paraguai há algum tempo.

“Na área de distribuição de energia elétrica, a CLYFSA de Villarrica domina o mercado regional, mesmo com a presença da estatal ANDE.

E na área de estradas, desde 1999 a empresa TAPE PORA (caminho bonito) administra o trecho Cidade do Leste – Caaguazú, de pouco mais de 150 km, sendo que a arrecadação do pedágio (dois postos no total) deve alcançar em 2013 USD 21 milhões, ou o dobro do que foi arrecadado em 2007”.

Só no primeiro semestre de 2013 a arrecadação foi 20% maior do que no mesmo período de 2012.

ODEBRECHT interessada em saneamento básico

A rentabilidade paraguaia é tão alta, que a gigante ODREBHECHT foi a primeira empresa a apresentar proposta de construção da nova rede de saneamento básico da Área Metropolitana de Asunción.

“Se gigantes como a Odebrecht estão de olho, é porque o negocio de fato é excelente”, exclama Wagner, quem lembra que estes são apenas alguns dos setores mais atraentes.

Europeus são maioria

Mas a maioria das empresas interessadas até o momento são europeias, que desembarcaram em peso nos últimos dias com diversas propostas ao governo paraguaio.

Ou seja, as empresas brasileiras não podem dormir no ponto e perderem oportunidade exatamente junto ao país que mais cresce na América Latina nos últimos 40 anos, e certamente será o de maior crescimento nos próximos 10.

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